17º dia de greve é marcado pela intensificação da paralisação; Fenaban segue em silêncio

22.09.2016

Apesar das tentativas dos bancos de enfraquecer a mobilização, usando de truculência, a Greve Nacional dos Bancários, que entra no 17º dia nesta quinta-feira (22), continua crescendo, graças à resistência dos trabalhadores que seguem ampliando a paralisação. Na base da Federação subiu para 2.130 os postos de trabalho paralisados. Nacionalmente, atingiu 13.159 locais, entre agências […]


Apesar das tentativas dos bancos de enfraquecer a mobilização, usando de truculência, a Greve Nacional dos Bancários, que entra no 17º dia nesta quinta-feira (22), continua crescendo, graças à resistência dos trabalhadores que seguem ampliando a paralisação. Na base da Federação subiu para 2.130 os postos de trabalho paralisados. Nacionalmente, atingiu 13.159 locais, entre agências e centros administrativos.

Até o momento, não há no horizonte qualquer sinal de negociação à vista; a categoria seguirá paralisada por tempo indeterminado, até que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresente uma proposta digna.

“Está nas mãos deles acabar com a greve. Os bancos no Brasil são altamente lucrativos, por isso, sabemos que possuem plenas condições de conceder uma remuneração decente, que valorize o bancário e não resulte em perdas, bem como, atender outros pontos prioritários da nossa pauta. Já tivemos oito rodadas de negociação e nada da Fenaban fazer um esforço mínimo para atender a pauta de reivindicações entregue a eles no dia 09 de agosto. Do lado dos trabalhadores, a resistência e luta continuarão por salário digno e melhores condições de trabalho”, declara Jeferson Boava, vice-presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS).

Principais reivindicações

Reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização e melhores condições de trabalho, com destaque para a defesa do emprego e também das empresas públicas são algumas das principais reivindicações da categoria.

 

Notícias Relacionadas

Financiários exigem fim de terceirizações e formalização do teletrabalho no setor

Movimento sindical também denunciou o aumento de contratações de correspondentes bancários, repassando os serviços para empresas que não cobrem os mesmos direitos reivindicados pela categoria Representantes dos trabalhadores financiários realizaram, nesta terça-feira (16), mais uma rodada da mesa de negociações com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), desta vez, para […]

Leia mais

COE Santander reitera defesa dos direitos dos empregados durante negociação com o banco

A garantia do emprego foi um dos principais temas reivindicados A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander deu início às negociações do acordo específico com o banco, na tarde desta terça-feira (16). A defesa dos direitos dos trabalhadores e a garantia do empregos foram os principais temas debatidos. O movimento sindical cobrou o […]

Leia mais

Banco do Brasil se compromete a não mexer na gratificação dos caixas durante a Campanha Nacional 2024

A garantia foi dada pela direção do banco na terceira mesa de negociação da Campanha Nacional 2024, nesta sexta-feira (12), e tema será tratado durante período de renovação da CCT. O Banco do Brasil se comprometeu a não mexer na gratificação dos caixas durante a Campanha Nacional 2024 e a negociar a pauta durante o […]

Leia mais

Sindicatos filiados