3º dia da greve nacional da categoria tem paralisação ampliada

08.09.2016

Greve nacional acontece forte em todo o país; Fenaban chamou nova rodada de negociação para esta sexta-feira, às 11h, em São Paulo Os trabalhadores ampliaram o alcance dos postos de trabalho paralisados nesta quinta-feira (08), terceiro dia da Greve Nacional dos Bancários. Na base da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do […]

Greve nacional acontece forte em todo o país; Fenaban chamou nova rodada de negociação para esta sexta-feira, às 11h, em São Paulo

Os trabalhadores ampliaram o alcance dos postos de trabalho paralisados nesta quinta-feira (08), terceiro dia da Greve Nacional dos Bancários. Na base da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), o número de agências fechadas subiu para 1.665 unidades. Até o momento, a greve nacional da categoria conta com a mobilização de 22 dos 23 sindicatos da base da Federação.

A nível nacional, os números contabilizam 8.457, unidades, entre agências e centros administrativos, o que equivale a 35,91% das agências bancárias do país. A categoria bancária aprovou em assembleias realizadas em todo o país, deflagração da greve por tempo indeterminado, a partir da 0h00 do dia 06 de setembro.

“Tais números demonstram a disposição dos bancários para a resistência e passam aos bancos um importante recado: que irão intensificar a greve, com mobilização por tempo indeterminado até que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) resolva apresentar uma proposta respeitosa, que contemple as necessidades da categoria”, avalia o vice-presidente da FEEB-SP/MS Jeferson Boava.

Nova rodada de negociação

Pressionada pela mobilização, a representante dos bancos chamou o Comando Nacional dos Bancários novamente à mesa de negociação ao afinal do primeiro dia de paralisação que começou bastante forte, na última terça-feira (06). A nova rodada de negociação entre a Fenaban e o movimento sindical irá acontecer nesta sexta-feira (09), às 11h, em São Paulo.

Principais reivindicações

As principais reivindicações da categoria são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização e melhores condições de trabalho, com destaque para a defesa do emprego e também das empresas públicas.

 

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