Retomada dos bancários está prevista para o próximo dia 27
Nesta semana, funcionários do Banco do Brasil voltaram a se reunir com a diretoria do Banco para tratar do assunto que gerou indignação no início da semana, a volta para a atividade presencial dos funcionários que declararam coabitação (habitação com pessoas que fazem parte de grupos de risco da Covid-19). O assunto gerou transtorno aos bancários após informativo do Banco sobre o retorno destes funcionários.
Em reunião nesta quarta-feira, 22, o Banco do Brasil, afirmou à Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), que a retomada é uma opção administrativa do banco e que não será revista. De acordo com o movimento sindical, a medida não levou em conta o aumento do contágio e das mortes nas localidades que flexibilizaram antecipadamente as medidas de contenção da Covid-19.
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De acordo com o Banco, a decisão não tem nenhuma relação com o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) Emergencial (Covid-19).
Para a representante da Feeb, Elisa Ferreira, o Banco desrespeita o decreto da pandemia. “Tal atitude demonstra desrespeito para com a categoria, uma vez que vai contra o decreto da pandemia que é claro em determinar que somente serviços essenciais devem ser prestados. Para solucionar o problema da falta de funcionários o banco quer aplicar uma decisão que compromete a saúde da família do trabalhador”, destaca.
Outro ponto questionado foi com relação à data de retomada, prevista para o próximo dia 27. O banco afirmou que resolveu deixar uma semana para que as pessoas pudessem encontrar alguma forma para não colocar as pessoas que residem na mesma casa em risco.
Nova reunião
Na manhã desta quinta-feira, 23, uma nova reunião de alinhamento ocorreu entre a CEEB e os gestores do Banco para tratar do tema.
“A maior dificuldade exposta foi com relação às agências de varejo e estilos, que realizam um atendimento mais pesado. Quanto aos escritórios exclusivos e PSOs, o banco informou que serão avaliadas as necessidades de cada prefixo de acordo com a realidade sanitária de cada praça”, explica Elisa.
O Banco declarou que serão levados em consideração as especificidades de cada funcionário e que o canal para a demanda pode ser os sindicatos, o gestor, a gepes ou a superintendência.
Entre as solicitações expostas pela comissão estão: equilíbrio com relação às metas, principalmente nas PSOs; inserção da proteção de acrilico para mesas de atendimento; prioridade para trabalho interno aos funcionários que coabitam com grupo de risco; apresentação de soluções para pais e mães que não tem com quem deixar os filhos, entre outras.
“Mais do que nunca nosso trabalho será o de agir localmente e rever caso a caso com regionais e gestores”, explica Elisa.
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