BB reajusta planos Feas, com voto de Minerva

21.11.2020

O Conselho Deliberativo do Economus votou no dia 06 de novembro, as propostas da Diretoria Executiva sobre custeio dos planos Feas (Fundo Economus de Assistência Social e criação do plano Economus Futuro. De acordo com estudos atuariais apresentados pelo Economus, a preocupação é com iminente esgotamento dos recursos do Feas, responsável por subsidiar os planos de […]

O Conselho Deliberativo do Economus votou no dia 06 de novembro, as propostas da Diretoria Executiva sobre custeio dos planos Feas (Fundo Economus de Assistência Social e criação do plano Economus Futuro. De acordo com estudos atuariais apresentados pelo Economus, a preocupação é com iminente esgotamento dos recursos do Feas, responsável por subsidiar os planos de saúde Feas Pamc, Feas Básico e Novo Feas. O estudo apresentado leva em consideracao o atual modelo de custeio, o perfil da população assistida, bem como o comportamento da inflação médica. A votação resultou na aprovação do reajuste de contribuição apenas do participante, passando de 8% para 15,95%, a partir de 1º de janeiro de 2021, e a criação do citado plano Economus Futuro. Pisos de contribuição do Novo Feas foram mantidos e retirado os tetos de contribuição e fechamento para novas adesões, exceto para inclusão de novos dependentes (filho e novo cônjuge).

Conselheiros indicados pelo Banco do Brasil votaram favoráveis às propostas e os eleitos pelos participantes, votaram contra. Após empate o resultado foi dado com o chamado voto de minerva, do patrocinador. 

Informações, histórico e material de perguntas e respostas dos planos são possíveis acessar no hotsite do Feas.  

Economus Futuro
Custeio em regime de cotas, per capita e por faixa etária, com coparticipação em consultas e exames (30%), limitado a 10% por mês do salário bruto do titular (o excedente acumulado será debitado nos meses seguintes) e pagamento de franquia para internações e cirurgias (R$ 750,00). O novo plano não terá subsídio do Fundo Feas e/ou do Banco do Brasil.

Avaliação
As mudanças impostas pelo BB ocorreram em meio ao processo de negociação. De acordo com a representante da Federação dos Bancários de SP e MS na Comissão de Empresa (CEBB), Elisa Ferreira, houve desrespeito do processo de negociação por parte do BB. "Até o o momento o banco não marcou a primeira reunião para tratar sobre a pauta de reivindicações".

De acordo com a representante, questões referentes ao plano de saúde dos funcionários do Banco Nossa Caixa (BNC) estão pautadas desde a incorporação em dezembro de 2009 e o BB sempre desconversou, até que recentemente concordou em abrir negociação.

A Federação dos Bancários de SP e MS solicitará reunião com Economus para esclarecimentos sobre a pauta. 

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