COE Itaú cobra transparência no teletrabalho e critica fechamento de agências

19.11.2025

Reunião tratou de monitoramento, sobrecarga causada pelo fechamento de unidades e novo modelo de segmentação anunciado pelo banco A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu ontem com a direção do banco para discutir pautas urgentes relacionadas às condições de trabalho. A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo e […]

Reunião tratou de monitoramento, sobrecarga causada pelo fechamento de unidades e novo modelo de segmentação anunciado pelo banco

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu ontem com a direção do banco para discutir pautas urgentes relacionadas às condições de trabalho. A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) foi representada pela dirigente Daniele Miyachiro.

Um dos principais pontos da reunião foi a entrega de um ofício que solicita a inclusão de cláusulas na renovação do Acordo Coletivo de Teletrabalho, garantindo transparência no monitoramento realizado pelo banco. A representação sindical reforçou que os trabalhadores precisam conhecer “quais dados são coletados, como são utilizados e de que forma impactam sua rotina laboral”, destacando a importância de respeito à privacidade e à legislação vigente.

Outro tema central foram os impactos do fechamento de agências, que têm provocado superlotação, filas extensas e sobrecarga de trabalho. Segundo Daniele Miyachiro, “o processo de fechamento de unidades já compromete o atendimento e adoece os trabalhadores; é indispensável que o banco reveja essa política”.

O Itaú afirmou que seguirá com o fechamento de agências e informou que está implementando um novo projeto que, até 2030, prevê seis modelos de segmentação do atendimento: Agro, Personnalité, Uniclass, Massificado, Aposentados e Servidores.

A COE também informou que a próxima pauta de negociação com o banco abordará dois temas prioritários: GERA (incluindo as principais demandas da base sobre o sistema) e segurança das agências, diante das ocorrências relatadas pelos trabalhadores e do aumento de riscos em unidades com equipes reduzidas.

A COE continuará acompanhando as mudanças, cobrando medidas que preservem empregos, garantam atendimento de qualidade à população e assegurem condições dignas de trabalho aos bancários.

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