Nesta segunda-feira (15), a Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) pediu apoio de parlamentares para a questão referente à reestruturação do Banco do Brasil e apoio à defesa do banco público. A reestruturação prevê o fechamento de 362 unidades e a diminuição de mais de cinco mil funcionários.

A Feeb SP/MS é responsável pela representação de 23 Sindicatos e 40 mil bancários. No total, 82 parlamentares foram acionados, entre eles, deputadas e deputados federais, e senadoras e senadores, dos dois estados representados, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
“Apresentamos por meio de carta oficio e da revista “O Banco do Brasil é Bom…”, a real situação e a preocupação de todos com a ameaça de seus postos de emprego e venda do BB”, destaca Jeferson Boava, presidente da Feeb SP/MS.
De acordo com a exposição da Federação aos parlamentares, a instituição financeira é de extrema importância para o desenvolvimento, atendimento, geração de renda e serviço ao País.
Além de destacar a gravidade da reestruturação da instituição, a Federação enfatizou o pedido de ajuda à apresentação do Projeto de Lei 461/21, de autoria do deputado federal Kim Kataguiri – DEM/SP, que propõe a possibilidade de privatização do Banco do Brasil.
“Falamos de um Banco Público responsável por 67% do crédito rural no país, setor que se destacou em tempos de pandemia e foi responsável por evitar índices ainda mais severos na economia. É também o banco que socorreu as micro e pequenas empresas, responsáveis por 54% do emprego formal no Brasil, com a concessão de crédito. Estamos falando do futuro do país e dos impactos que nossa economia pode sofrer com uma possível privatização”, enfatiza Boava.
Histórico de lutas
Desde o anúncio da reestruturação, entidades membros do Comando Nacional, junto com milhares de bancárias e bancários, lutam contra as medidas propostas pela direção do Banco e pelo governo Bolsonaro. Recentemente, em resposta ao movimento sindical, a categoria alcançou medida judicial provisória que impede a extinção da função de caixa no BB.
A categoria segue com calendário de luta e pede apoio na defesa do Banco do Brasil como banco público.
“Nossa luta é no âmbito da defesa dos direitos dos bancários e contra o desmonte e a privatização das empresas públicas”, conclui Boava.
O pedido foi assinado por membros da diretoria da Federação dos Bancários, entre eles, o Presidente Jeferson Boava, o vice-presidente Davi Zaia e o Secretário Geral, Reginaldo Breda.
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