Focus: projeção para o IPCA em 2013 sobe de 5,49% para 5,53%

14.01.2013

Por Ana Conceição | Valor SÃO PAULO – A projeção do mercado para a inflação em 2013 subiu pela segunda semana consecutiva, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central, que apura estimativas junto a mais de cem analistas. A mediana das apostas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saiu […]

Por Ana Conceição | Valor

SÃO PAULO – A projeção do mercado para a inflação em 2013 subiu pela segunda semana consecutiva, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central, que apura estimativas junto a mais de cem analistas. A mediana das apostas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saiu de 5,49% para 5,53%. Há um mês, a projeção era de 5,42%. O mercado projeta inflação de 5,50% em 2014.

O ajuste ocorre após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ter divulgado o IPCA de 2012, de 5,84%, na quinta-feira. Pelo terceiro ano consecutivo o indicador ficou acima do centro da meta de 4,5% estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Mesmo estando mais próximo do teto da meta (6,5%) do que do centro, o BC considerou o resultado satisfatório — o quinto menor IPCA desde o início do regime de metas, em 1999. O presidente do BC, Alexandre Tombini, ressaltou que a meta foi cumprida pelo nono ano seguido.

Apesar da expectativa de uma inflação mais salgada, a projeção do mercado para a Selic em 2013 seguiu em 7,25% — taxa atual. Para os analistas, a taxa de juros oficial deve ser elevada a 8,25% em 2014, de acordo com o Focus. Há quatro semanas, eles esperam Selic maior, de 8,50%.

Essa expectativa de juro em patamar baixo se ancora na piora das projeções para a economia. Para 2013, a mediana das projeções para o crescimento Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 3,26% para 3,20%. Para 2014, cedeu de 3,75% para 3,60%. Há um mês, o mercado esperava PIB de 3,40% em 2013 e de 3,81% em 2014.

Já a expectativa para a produção industrial melhorou. Saiu de expansão de 3% para 3,24% em 2013 e de 3,75% para 3,90% em 2014.

Fonte: Valor Econômico

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