Funcionários do BB pressionam banco a abrir informações sobre reestruturação

04.02.2021

Em reunião com Ministério Público do Trabalho, representantes do BB se comprometeram a discutir as gratificações dos caixas e informar agências que serão fechadas Nesta quarta-feira (3), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com integrantes do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição, ligado ao Ministério Público do Trabalho […]

Em reunião com Ministério Público do Trabalho, representantes do BB se comprometeram a discutir as gratificações dos caixas e informar agências que serão fechadas

Nesta quarta-feira (3), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com integrantes do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição, ligado ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

O encontro foi marcado pela falta de informações sobre o plano de reestruturação que a direção do banco quer implantar. Os representantes dos funcionários pediram a intermediação do MPT para a obtenção de informações.

Foto: Marcelo Elias/Gazeta do Povo

Durante a reunião, os representantes dos funcionários lembraram que o MPT participou da negociação do Plano de Demissão Voluntária (PDV) apresentado pelo banco em 2016 e que em situações de fechamento de agências, tradicionalmente os bancos informam aos sindicatos. A exceção aconteceu agora, em 2021, quando o Banco do Brasil anunciou a reestruturação com o plano de demissões e de fechamento de agências de postos de atendimento por todo o país sem passar as informações, alegando razões de mercado. Os representantes do banco se comprometeram a submeter a pauta com os pontos destacados pela CEBB à instância superior e trazer a resposta até a próxima audiência com o MPT, prevista para segunda-feira (8).

“É fundamental a categoria se mostrar unida em um momento de total descaso com os milhares de funcionários que podem ser prejudicados. A fase é de instabilidade para os bancários e de preocupação, tendo em vista o avanço da pandemia no país e a reestruturação de seus postos de trabalho e possível redução de salários”, enfatiza o presidente da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Jeferson Boava. 
 

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