Funcionários do Santander param hoje em Campinas e exigem novas contratações

11.04.2013

Os funcionários lotados na Superintendência Regional (SPI Centro-Sul) e agência Barão de Itapura, instaladas em Campinas, paralisaram os serviços hoje (11/04), Dia Nacional de Luta, no período das 7h às 11h, para exigir melhores condições de trabalho. Entre as reivindicações, novas contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, segurança, igualdade de oportunidades e […]

Os funcionários lotados na Superintendência Regional (SPI Centro-Sul) e agência Barão de Itapura, instaladas em Campinas, paralisaram os serviços hoje (11/04), Dia Nacional de Luta, no período das 7h às 11h, para exigir melhores condições de trabalho. Entre as reivindicações, novas contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, segurança, igualdade de oportunidades e valorização dos aposentados. Durante a jornada de luta os diretores do Sindicato distribuíram a carta aberta intitulada “Santander: Falta de funcionários piora atendimento aos clientes”, editada pela Contraf. No documento, as entidades sindicais pedem apoio aos clientes; inclusive solicitam que sejam enviadas mensagens aos presidentes do Banco na Espanha e no Brasil.

Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, também representante da Federação dos Bancários de SP e MM (Feeb-SP/MS) na Comissão de Organização dos Empregados (COE), Cristiano Meibach, mesmo com alta lucratividade no Brasil – R$ 6,3 bilhões em 2012, o que representa 26% do lucro mundial -, o Santander promoveu recentemente demissões no Brasil. “O que não ocorreu na Espanha, apesar da crise econômica europeia”. Segundo ele, a falta de pessoal, claro, tem gerado sobrecarga de trabalho. “O que impacta negativamente no atendimento, na saúde do trabalhador bancário. Sem falar na intensa cobrança de metas. O Dia de Luta retoma a mobilização nacional e visa pressionar o Santander não apenas a fazer novas contratações, mas também negociar com seriedade. Nas últimas rodadas de negociação o banco espanhol tem insistido em dizer não às reivindicações apresentadas”, avalia Cristiano Meibach.

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