Grupo de Trabalho de Saúde do Itáu se reúne com banco para tratar canal de denúncias

17.10.2023

Representantes reforçaram a importância do sigilo e da participação do movimento sindical nas apurações dos casos O Grupo de Trabalho de Saúde do banco Itáu se reuniu nesta terça-feira (17) com representantes do banco para tratar sobre o canal de denúncias. A programação deu prosseguimento ao calendário de reuniões sobre o tema Saúde e Condições […]

Representantes reforçaram a importância do sigilo e da participação do movimento sindical nas apurações dos casos

O Grupo de Trabalho de Saúde do banco Itáu se reuniu nesta terça-feira (17) com representantes do banco para tratar sobre o canal de denúncias. A programação deu prosseguimento ao calendário de reuniões sobre o tema Saúde e Condições de trabalho.

Na ocasião, uma apresentação sobre o canal de denúncias e números de apurações e conduta foi realizada pelo ombudsman do banco. Entre os destaques foram apresentados trabalhos como o de divulgação do canal e orientações sobre denúncias, vídeos e podcast sobre a construção de ambientes saudáveis, que envolvam a segurança psicológica.

Em resposta, o movimento sindical demonstrou que o canal de denúncias nem sempre é um mecanismo em que os bancários confiam. O sigilo absoluto da denúncia e o retorno satisfatório foi um dos pontos cobrados pelo GT.

“O trabalho de encaminhamento de denúncias, geralmente é feito pelo próprio movimento sindical aos canais internos do banco. Além de demonstrarmos a ineficiência do canal, reforçamos o pedido de agilidade nas apurações e principalmente, preservação total do denunciante”, destacou Walmir Gomes, representante da Federação dos Bancários dos  Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS), no GT Saúde.

De acordo com representantes, bancários e bancárias devem se sentir seguros para realizar a denuncia em situações que envolvam assédio moral ou sexual, discriminações, abusos ou falta de condições adequadas de trabalho.

“É inaceitável que o denunciante seja demitido ou transferido como sinal de retaliação, fazendo com que o assediador continue a tal prática, como nos casos que mostramos ao banco”, disse o representante.

Representantes reforçaram a importância de criar relações saudáveis no ambiente de trabalho, que favoreçam o convívio profissional e promovam a saúde e melhores condições.

O movimento sindical destacou, ainda, a importância da participação nas apurações dos casos.

O banco se comprometeu a reavaliar as questões e dar continuidade às discussões do tema.

 

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