GT debate princípios para formulação de Programa de Requalificação e Realocação Profissional

15.02.2017

A próxima reunião está prevista para o dia 16 de março Membros do Comando Nacional dos Bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) participaram da terceira reunião do Grupo de Trabalho de Requalificação e Realocação Profissional na tarde desta quarta-feira (15). Durante a reunião de hoje, o Comando Nacional dos Bancários apresentou à Fenaban, […]


A próxima reunião está prevista para o dia 16 de março

Membros do Comando Nacional dos Bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) participaram da terceira reunião do Grupo de Trabalho de Requalificação e Realocação Profissional na tarde desta quarta-feira (15).

Durante a reunião de hoje, o Comando Nacional dos Bancários apresentou à Fenaban, documento apresentando suas considerações em relação ao debate do tema da requalificação e realocação profissional, cuja finalidade é o atendimento da Cláusula 62º da Convenção Coletiva de Trabalho – CCT 2016-2018, que prevê o estabelecimento de um grupo de trabalho bipartite para discutir a formulação de um Programa de Requalificação e Realocação Profissional, com foco em funcionários cujas áreas estejam passando por reestruturação, visando de diminuir a rotatividade no setor.

A Fenaban reafirmou o foco das ações do GT nos funcionários oriundos de áreas que estejam passando por reestruturação ou que apresentem obsolência de conhecimento para novas funções, esclarecendo que os programas de oportunidades de carreira gerais não sofrerão alteração e reiterou o compromisso dos bancos com a não discriminação, garantindo que todos os funcionários poderão participar, desde que atendam os requisitos básicos (formação compatível e possibilidade de requalificação no curto prazo).

O Comando, por sua vez, apresentou questionamentos como a abrangência da divulgação das vagas disponíveis, defendendo a disponibilização em um portal acessível a todos os funcionários e também alertou que os critérios básicos exigidos pelo banco não poderão ser baseados na subjetividade.

A Fenaban se comprometeu a avaliar as considerações do Comando para entrar na próxima reunião, prevista para 16 de março, na fase de finalização da formatação do Programa de Requalificação e Realocação profissional. 

Confira abaixo, alguns princípios apresentados pelo Comando e defendidos pelo movimento sindical

1) Ações de promoção da igualdade e democratização, que incluem transparência na divulgação das vagas e nos critérios de seleção interna, acesso dos dirigentes sindicais às informações e às oportunidades, bem como, sua presença obrigatória nos cursos de qualificação promovidos pelo banco;

2) Compartilhamento da responsabilidade de qualificação dos empregados, desenvolvendo ações de orientação profissional e planejamento de carreira para todos, bem como, a promoção de trilhas de aprendizagem que permitam ao funcionário o desenvolvimento de competências, tendo como base um roteiro com a sequência dos cursos e conteúdos indicados que o empregado possa seguir para determinados cargos ou funções, promoção de ações e iniciativas para que os empregados possam desenvolver competências, proporcionando sua inserção em novas atividades em suas próprias áreas ou em outras estruturas internas da organização, oferta de auxílio educação que proporcione maior possibilidade de requalificação ao trabalhador e reembolso aos funcionários do valor investido nos cursos solicitados pelo banco;

3) Transparência em relação à efetividade dos Centros de Requalificação e Realocação, que incluem acompanhamento das ações pelas Comissões de Empregados (COEs e CEE) de cada banco, definição por parte dos bancos de metas quantitativas de qualificação dos empregados, de acordo com prazos definidos juntamente com as comissões de empregados, assim como, dar a essas comissões prévio conhecimento das áreas, agências e funções que serão extintas ou passarão por reestruturação, bem como, fornecer dados que permitam o acompanhamento desse processo, fornecer ao Comando Nacional dos Bancários as estatísticas de requalificação e realocação e que todas ações referentes à requalificação e realocação sejam negociadas, monitoradas pelas comissões de empregados e avaliadas em reuniões sistemáticas pelo Comando e pela Fenaban.
 

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