Ato do Sindicato dos Bancários de Piracicaba barra atividade terceirizada no BB de Capivari

10.06.2015

Na última segunda-feira (06), o Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região (SindBan) barrou atividade terceirizada realizada em frente ao Banco do Brasil na cidade de Capivari. Essa atividade vinha sendo monitorada pelo sindicato desde o dia 3 na cidade. De acordo com o diretor da entidade, Ubiratan Campos, o Banco do Brasil autorizou correspondentes […]

Na última segunda-feira (06), o Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região (SindBan) barrou atividade terceirizada realizada em frente ao Banco do Brasil na cidade de Capivari. Essa atividade vinha sendo monitorada pelo sindicato desde o dia 3 na cidade.

De acordo com o diretor da entidade, Ubiratan Campos, o Banco do Brasil autorizou correspondentes bancários a utilizar a área externa das agências para vender produtos que já são vendidos internamente nas agências. “Essa prática, ter empresas ou funcionários terceirizados exercendo atividades fins na área do banco, é proibida por resolução do Banco Central.”

Ubiratan explica que o BB mostra claramente o que quer com essa atitude. “Trocar mão de obra ‘mais cara’ por uma mais barata. A ação do Sindicato foi para garantir não só o cumprimento da lei, mas principalmente proteger emprego do bancário.”

Para o diretor Lucas Lima, se o banco julga que suas metas estão insuficientes, ele tem outras maneiras para alavancá-las. “A empresa pode treinar o funcionário, baixar os juros, por exemplo. A única prática que ele não pode é colocar terceirizados na frente da agência. Em plena guerra contra o PL 4330, o banco toma atitude sem negociar com o movimento sindical.”

O diretor Paschoal Verga Junior ressalta que o sindicato não é contra os trabalhadores da empresa terceirizada. “Muito pelo contrário, defendemos com unhas e dentes uma lei que regulamente a situação deles, para que não haja injustiças, como jornada de trabalho maior e menores salários.”

Paschoal também alerta sobre a questão de segurança. “Pessoas mal intencionadas não sabem o que significam a estrutura montada na área externa da agência. Podem achar que é atividade do BB e assaltar os funcionários e clientes. Essa atividade externa coloca a vida das pessoas em risco.”

Fonte: Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região

 

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