Bancários da Baixada Santista deflagram greve dia 30

26.09.2014

Categoria recusou proposta de 7% e a greve terá início dia 30/9, porém nova assembleia esta marcada para dia 29/9 Em assembleia tranquila, dia 25/9, os bancários de Santos e Região foram unânimes em deflagrar greve a partir do dia 30/9, por tempo indeterminado. “A categoria está cansada da enrolação dos banqueiros que empurrou-nos para […]

Categoria recusou proposta de 7% e a greve terá início dia 30/9, porém nova assembleia esta marcada para dia 29/9

Em assembleia tranquila, dia 25/9, os bancários de Santos e Região foram unânimes em deflagrar greve a partir do dia 30/9, por tempo indeterminado. “A categoria está cansada da enrolação dos banqueiros que empurrou-nos para a greve depois de cinco rodadas de negociação sem resultados e a contra proposta de 7% de reajuste sobre os salários, a PLR e demais verbas de caráter salarial; e 7,5% para o piso”, desabafa Ricardo Saraiva Big, Presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e Secretário de Relações Internacionais da Intersindical Central da Classe Trabalhadora.

A aprovação da Greve foi seguida em inúmeras assembleias que aconteceram no Brasil. Os bancários reivindicam 12, 5% de aumento salarial, piso de R$ 2.979,25 e aumento maior para os vales refeição, alimentação e auxílio-creche/babá.

Segundo Big é importante ressaltar que: os seis maiores bancos (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e HSBC) apresentaram lucro líquido de R$ 29,6 bilhões no primeiro semestre de 2014.

Além disso, os banqueiros rejeitaram todas as reivindicações sobre saúde, segurança, condições de trabalho, fim do assédio moral e outras.
Portanto, a categoria está convocada a participar de assembleia dia 29 (nesta segunda-feira), a partir das 19h, na Av. Washington Luiz, 140 (sede do Sindicato de Santos e Região) para avaliar uma possível contraproposta e organizar a greve.

A proposta dos banqueiros

> Reajuste de 7%

> Piso escritório R$ 1.771,73

> Piso caixa/tesouraria R$ 2.393,33

> PLR regra básica – 90% do salário mais R$ 1.812,58, limitado a R$ 9.723,61. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.391,93.

> PLR parcela adicional – 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.625,16.

 

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