Bancários de Sorocaba protestam contra novo plano de funções do BB

30.04.2013

Sem consultar ninguém, o Banco do Brasil instituiu o novo "Plano de Funções Comissionadas". Nesse novo plano, o banco pratica várias "maldades" aos funcionários, como a redução dos salários nas funções de 6h e nas gratificações de função de todos os comissionados. É necessário ajustes, correções. Porém, o BB não quer dialogar, se negando a […]

Sem consultar ninguém, o Banco do Brasil instituiu o novo "Plano de Funções Comissionadas". Nesse novo plano, o banco pratica várias "maldades" aos funcionários, como a redução dos salários nas funções de 6h e nas gratificações de função de todos os comissionados. É necessário ajustes, correções. Porém, o BB não quer dialogar, se negando a negociar o novo plano de funções comissionadas com seus funcionários.

Em seus informativos internos, o banco tenta iludir os funcionários dizendo que tem a solução para todos os problemas, com informações distorcidas, que ‘ofendem’ a inteligência do bancário.

No dia 25 de abril, quando os bancários se reuniram em assembleias por todo o Brasil, para votar as paralisações de 30/04, o Banco soltou informativos aos funcionários avisando que as ausências decorrentes da referida paralisação seriam tratadas como falta não abonada e não autorizada, amedrontando os bancários na tentativa de frustrar o movimento, através do medo.

Chega! Hoje, dia 30 de abril, os bancários do Banco do Brasil, juntamente com o Sindicato dos Bancários de Sorocaba e Região, fizeram protesto contra o autoritarismo e a maldade do Banco do Brasil. "Uma greve de 24h estava programada, como aconteceu em outras cidades, mas em solidariedade à população, que precisa ser atendida, foi decidido apenas demonstrar a indignação dos bancários fazendo um "Dia de Luto" pelas injustiças que o banco está praticando com seus funcionários", afirma Julio Cesar Machado, presidente do Sindicato.

Faixas foram afixadas nas agências do BB, panfletos e fitas pretas de luto foram entregues aos funcionários, para que colocassem nas roupas. "Os trabalhadores precisam ser reconhecidos e respeitados, em qualquer ramo", completa Julio. 

Fonte: Seeb Sorocaba 

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