Bancários retomam mesa de Igualdade de Oportunidades com a Fenaban

14.03.2023

Questões relativas à mulher tiveram destaque O Comando Nacional dos Bancários retomou nesta terça-feira (14), com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a mesa de Igualdade de Oportunidades. Questões relativas à mulher ganharam destaque. O debate abordou a implementação de ações de combate à violência no ambiente de trabalho e luta pela igualdade salarial. Durante […]

Questões relativas à mulher tiveram destaque

O Comando Nacional dos Bancários retomou nesta terça-feira (14), com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a mesa de Igualdade de Oportunidades. Questões relativas à mulher ganharam destaque. O debate abordou a implementação de ações de combate à violência no ambiente de trabalho e luta pela igualdade salarial.

Durante a mesa temática a categoria lembrou as conquistas obtidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), entre elas, a criação de duas cláusulas: uma, em 2010, que resultou na instalação de canais de combate ao assédio moral e outra em 2022, voltada ao combate ao assédio sexual.

Também foram apresentadas propostas para a implementação dos canais onde ainda não foram implementados, e a criação dos mesmos, onde ainda não existem.

“Os bancos têm um papel essencial na implantação de iniciativas que influenciam e servem de exemplo para os diferentes setores da sociedade. Com o pacote de medidas pela igualdade de gênero anunciado pelo governo no último dia 8 de março, a responsabilidade dos bancos aumenta, assim como a urgência em atender às demandas construídas pelos trabalhadores, que farão a diferença no mercado de trabalho”, disse Reginaldo Breda, secretário Geral da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Dentre os anúncios feitos pelo presidente Lula, três deles estão relacionados às pautas da categoria bancária: O projeto de lei que obriga igualdade salarial entre homens e mulheres, que exercem a mesma função; O envio ao Congresso de uma proposta, pelo presidente da República, para que o Brasil ratifique a Convenção 190, sobre eliminação da violência e do assédio no mundo do trabalho; e a oferta de crédito, por meio de bancos públicos, a juros reduzidos para empreendedoras.

 

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