Movimento sindical repudia postura do banco e exige fim das demissões
O lucro de mais de R$ 100 milhões obtido pelo Banco Mercantil do Brasil não foi suficiente para garantir os direitos do trabalhador, principal responsável pela obtenção deste resultado. Em troca, o banco expõe a falta de compromisso com clientes e trabalhadores ao insistir nas demissões de inúmeros trabalhadores. “Mesmo com a alta lucratividade, o Mercantil reduziu o quadro de funcionários. O que é um desrespeito aos trabalhadores, clientes e usuários. Nem mesmo a pandemia sensibilizou a direção do banco”, explica Maria Aparecida da Silva (Cida), representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Conforme relatado pelos bancários, agências encontram-se superlotadas devido à falta de funcionários no atendimento, o que caracteriza desgaste e sobrecarga ao trabalhador, além do alto risco à saúde de usuários e funcionários. Ainda de acordo com informações obtidas por meio de funcionários desligados, muitas das demissões são fruto do processo de reestruturação do banco, com a transformação das agências em postos de atendimento avançados (PAAs), o que irá prejudicar ainda mais o atendimento aos clientes e usuários.
Diante do contexto, entidades sindicais tem se unido em busca de soluções para frear a postura de demissões adotada pelo Banco Mercantil do Brasil. “Chega de sofrimento aos clientes e de exploração dos trabalhadores”, defende.
Em defesa, sindicatos sinalizam para a realização de manifestações e denuncias de falta de compromisso e desumanidade por parte do banco, sobretudo em tempos de pandemia.
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