Davi Zaia faz palestra sobre movimentos sociais e representação política

29.05.2014

Movimentos sociais e representação política foi o tema da palestra apresentada pelo presidente da Feeb SP/MS e deputado estadual, Davi Zaia, nesta quinta-feira, 29, durante a Conferência Interestadual dos Bancários. Para o sindicalista, os movimentos sociais não têm representado o conjunto da sociedade e o sistema de representação dos partidos passa por um esgotamento. Para […]

Movimentos sociais e representação política foi o tema da palestra apresentada pelo presidente da Feeb SP/MS e deputado estadual, Davi Zaia, nesta quinta-feira, 29, durante a Conferência Interestadual dos Bancários. Para o sindicalista, os movimentos sociais não têm representado o conjunto da sociedade e o sistema de representação dos partidos passa por um esgotamento. Para ele, é necessário mudar a forma de organização sindical e partidária e se atualizar para manter a capacidade de representação. "Os movimentos -centrais, sindicatos etc- precisam ter capacidade de se conectar com a sociedade. O desafio é unir, interpretar demandas e resolver  os problemas. Esse é o papel da representação", afirma. 

Maior facilidade de comunicação com os sindicatos x confiança na representação

Davi Zaia destacou ainda em sua apresentação, que, atualmente, há inúmeras formas dos bancários entrarem em contato com os sindicatos, praticamente, todas as entidades têm site, estão nas redes sociais (twitter, facebook) e os trabalhadores também estão conectados, mas questiona: "até que ponto o bancário sente confiança de que ele pode falar e de que a representação está sendo feita de fato?". Zaia afirma que "não basta haver muitos canais, o bancário precisa confiar que será ouvido e que a sua ação irá trazer resultados".

E falando sobre a comunicação com os bancários, o presidente da Feeb SP/MS lembra de uma 'revolução' feita pela Federação em 1983, quando o então presidente, Eriberto, estabeleceu que o desconto assistencial daquele ano seria de 20% a mais e que esse valor seria utilizado para comprar equipamentos de Telex para os Sindicatos, o que permitiria uma comunicação mais ágil entre as entidades e os trabalhadores. "Se cada sindicato fosse comprar o seu equipamento, nem todos teriam condições. Os que tem mais trabalhadores na base teriam condições para comprar vários, enquanto outros não poderiam comprar nenhum. Com isso, foi possível que a Federação comprasse Telex para cada entidade. Foi uma revolução, pois era possível mandar Telex para as agências e se comunicar com os bancários mesmo quando os sindicatos não podiam ir até lá", Contou.

 

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