A rápida expansão das cooperativas de crédito tem levado o Banco Central (BC) a atender, pouco a pouco, o pleito desse segmento e abrir caminho para que elas operem em um modelo cada vez mais parecido ao dos bancos.
Nos últimos cinco anos, os ativos do setor passaram de R$ 51,9 bilhões para R$ 148,8 bilhões.
Com novas normas, o BC vai facilitar que qualquer pessoa possa tomar crédito e usar outros serviços financeiros de uma cooperativa. Hoje, já há cooperativas de livre admissão, mas a mudança no modelo abre espaço para que outras instituições alterem seu estatuto social nesta direção, desde que provem ter capacidade para sustentar a atividade. Em contrapartida, o BC exige das cooperativas o reforço na gestão de riscos e na governança corporativa.
É um novo modelo que deve passar a incomodar os bancos. "O governo quer que a gente pulverize o crédito, que a gente chegue onde os bancos não chegam", disse Leo Trombka, presidente da Unicred, sistema cooperativo com foco na área de saúde.
A nova regulamentação também deixa de classificar as cooperativas pelo perfil de seus cooperados e passa a focar o risco das operações desenvolvidas por essas instituições.
Fonte: Valor Econômico – 04/03/2015
Por Fabiana Lopes e Fernando Torres
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