FEEB-SP/MS realiza de ato na Paulista pelo Dia Nacional de Lutas em prol dos trabalhadores do BB

23.09.2015

Ato conjunto com a Fetec-SP, reuniu 31 dirigentes dos sindicatos da base da Federação A Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) realizou nesta quarta-feira (23), ato conjunto com a FETEC-SP, de paralisação do Banco do Brasil, em frente à DISAP (Diretoria de Distribuição de São Paulo), na Av. Paulista. […]

Ato conjunto com a Fetec-SP, reuniu 31 dirigentes dos sindicatos da base da Federação

A Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) realizou nesta quarta-feira (23), ato conjunto com a FETEC-SP, de paralisação do Banco do Brasil, em frente à DISAP (Diretoria de Distribuição de São Paulo), na Av. Paulista.

A mobilização ocorre a dois dias da reunião de negociação na qual a Fenaban dará a devolutiva sobre as reivindicações no campo da remuneração, apresentadas pelo Comando Nacional dos Bancários, no último dia 16 e tem como objetivo, cobrar da entidade uma resposta à altura das necessidades dos bancários, que como toda a classe trabalhadora vem sendo penalizado pela crise econômica e pela política recessiva posta em prática pelo governo.
A FEEB-SP/MS participou da atividade representada pelo deputado Davi Zaia, presidente da entidade e outros 31 dirigentes, dos sindicatos de Campinas, Piracicaba, Rio Claro, Santos e São José do Rio Preto.

A paralisação iniciou por volta das 07h30 com a concentração dos sindicalistas da base da Federação e da Fetec-SP na Av. Paulista, com faixas,bandeiras caixa de som e se estendeu até o meio-dia. A entrada de funcionários foi caracterizada como “Super Portal do Inferno”, em alusão às condições de trabalho dos bancários: metas abusivas, assédio moral, falta de segurança, entre outros fatores que levam os trabalhadores ao adoecimento.

Remuneração justa e redução nos índices de adoecimentos

Representantes dos sindicatos da Federação criticaram a falta de disposição dos banqueiros e da diretoria do BB em negociar uma remuneração justa para os funcionários e a insistência de utilizar a crise como desculpa para não concederem o índice de 16% reivindicado pela categoria, apesar dos lucros exorbitantes. Destacaram também a necessidade de dar um basta no assédio moral e nas metas abusivas, melhorando assim os índices de afastamento por transtornos mentais, LER e Síndrome de burnout (também conhecida como síndrome do esgotamento profissional).

Sobre o efeito das metas abusivas sobre a saúde do bancário, Gustavo Frias, representante da Federação no GT de Saúde declarou: “vivemos uma verdadeira epidemia de adoecimentos por transtornos mentais. Precisamos garantir a todos trabalhadores e trabalhadoras dos bancos, melhores condições de trabalho para que eles vendam sua força de trabalho, mas não sua saúde física e mental”, concluiu.
 

 

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