Funcionários do grupo de risco do BB terão até o dia 6 de junho para retorno ao trabalho presencial Prazo para retorno foi negociado pela representação dos trabalhadores

25.05.2022

Prazo para retorno foi negociado pela representação dos trabalhadores Funcionários do Banco do Brasil que estavam em trabalho remoto emergencial por serem autodeclarados do grupo de risco da covid-19, retornarão ao trabalho presencial até o próximo dia 6 de junho. A extensão do prazo, que inicialmente seria para o último dia 23, fez parte da […]

Prazo para retorno foi negociado pela representação dos trabalhadores

Funcionários do Banco do Brasil que estavam em trabalho remoto emergencial por serem autodeclarados do grupo de risco da covid-19, retornarão ao trabalho presencial até o próximo dia 6 de junho. A extensão do prazo, que inicialmente seria para o último dia 23, fez parte da negociação dos representantes da categoria na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). No total, 1276 funcionários deverão retornar às atividades presenciais. O início do processo de retorno começou esta semana.


“É um momento de cautela e readaptação, tendo em vista as questões de saúde, psicológicas e a própria pandemia que ainda não acabou. Pessoas continuam sendo infectadas e submeter o grupo de risco a uma exposição maior é preocupante e exige atenção. A prorrogação do prazo já é uma conquista e possibilita que os trabalhadores se preparem para o retorno”, explica Elisa Ferreira, representante da Feeb SP/MS, na CEBB.

O retorno ao trabalho presencial foi definido depois do Governo Federal ter decretado o fim do Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). Com isso, também se encerra o Acordo Emergencial de Covid-19, que autorizou o trabalho em home office.

Horas negativas

O acordo coletivo emergencial do Banco do Brasil, aprovado pelos funcionários em junho de 2020, previa a anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar, com prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. Caso não fossem pagas, os funcionários teriam essas horas descontadas do seu pagamento. O banco apresentou recentemente o quadro de funcionários que estão com horas negativas. A representação busca uma proposta de neutralização da situação de modo que evite prejuízos aos funcionários.

Descomissionamento

O acordo coletivo emergencial também continha o compromisso do BB de não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia. Com o fim da Espin, o movimento sindical pede uma negociação para evitar esse movimento em massa. O assunto volta a ser debatido nos próximos dias.

Com informações Contraf Cut e edição Feeb SP/MS.

Notícias Relacionadas

Dirigentes da base da Feeb-SP/MS recebem segundo módulo do curso de formação da Contraf-CUT

Programa trata da estruturação histórica das organizações sindicais e da luta dos trabalhadores O Curso de Formação Sindical para Dirigentes, da Secretaria de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), estreia o seu segundo módulo nesta sexta-feira (17) e no sábado (18) para as bases da Federação dos Bancários de São Paulo […]

Leia mais

Bancários se preparam para Conferência Nacional da categoria

Consulta aos trabalhadores nas bases sindicais de todo o país e conferências estaduais e regionais servirão de subsídio para os debates nacionais que levarão à construção da pauta de reivindicações e da estratégia da Campanha Nacional 2024 Bancárias e bancários de todo o país se reúnem, em São Paulo, entre os dias 4 e 9 […]

Leia mais

Lucro da Caixa cresceu 49% no 1º trimestre de 2024

Com 1,56 milhão de novos clientes e 168 empregados a menos no quadro de pessoal, aumenta também a sobrecarga A Caixa Econômica Federal anunciou na noite de quarta-feira (15) um lucro líquido recorrente de R$ 2,88 bilhões no primeiro trimestre de 2024, alta de 49,1% em comparação ao mesmo período de 2023 e de 0,5% em relação […]

Leia mais

Sindicatos filiados