No oitavo dia de greve, número de agências fechadas na base da Feeb SP/MS sobe para 1.533

26.09.2013

 A greve nacional dos bancários que começou na última quinta-feira, 19, chegou ao oitavo dia e até o momento não houve nenhuma manifestação da Fenaban (Federação dos Bancos) sobre a retomada do processo de negociação. Nesta quinta-feira, 26, o número de agências fechadas na base da Federação de São Paulo e Mato Grosso do Sul […]

 A greve nacional dos bancários que começou na última quinta-feira, 19, chegou ao oitavo dia e até o momento não houve nenhuma manifestação da Fenaban (Federação dos Bancos) sobre a retomada do processo de negociação. Nesta quinta-feira, 26, o número de agências fechadas na base da Federação de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS), que conta com 23 sindicatos filiados, saltou para 1.533.

Na tarde hoje, o Comando Nacional dos bancários, que representa um total de 143 sindicatos e 10 federações de todo o país (incluindo a Feeb SP/MS), se reuniu em São Paulo, para fazer uma avaliação do movimento e a orientação é que a greve continue e que as entidades reforcem a mobilização para forçar a Fenaban a retomar as negociações.

Os bancários reivindicam reajuste de 11,93% (aumento real de 5% mais a reposição da inflação do período), PLR de três salários mais R$ 5.553,15, piso de R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese), além de melhores condições de trabalho, fim das demissões e da rotatividade e mais contratações. A única proposta da Fenaban foi reajuste de 6,1%, que repõe somente a inflação do período pelo INPC. Demais demandas sobre saúde, condições de trabalho, segurança e emprego também não foram atendidas.

Principais reivindicações dos bancários

– Reajuste salarial de 11,93%: 5% de aumento real, além da inflação;
– PLR de três salários mais R$ 5.553,15;
– Piso de R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese);
– Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional);
– Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários;
– Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que permite que qualquer atividade seja terceirizada e precariza as condições de trabalho, além da aprovação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas;
– Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários;
– Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós;
– Prevenção contra assaltos e sequestros, com fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários;
– Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de trabalhadores afro-descendentes.
 

Notícias Relacionadas

Pelo fim do teto do Saúde Caixa e por melhoria da qualidade do plano

Nas eleições para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa, vote na Chapa 2 – Movimento pela Saúde, que defende a sustentabilidade, qualidade e direito de todos ao Saúde Caixa A Chapa 2 – Movimento pela Saúde traz para a disputa das eleições para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa uma trajetória reconhecida de […]

Leia mais

Bancários de Rio Preto e Região elegem nova Diretoria com 99,39% dos votos válidos

Eleição teve ampla participação da categoria e reforçou a integração regional da Feeb SP/MS Os bancários de São José do Rio Preto e região elegeram, nesta quinta-feira (11), a nova Diretoria do Sindicato para a gestão 2026/2030. Ao todo, 607 associados estavam aptos a votar, com a participação de 494 bancários, o que representa um […]

Leia mais

Feeb SP/MS discute melhorias no Saúde Bradesco em reunião com representantes do banco

Encontro na sede da Federação reuniu sindicatos filiados e tratou de demandas sobre plano de saúde e atendimento odontológico Presidentes e dirigentes dos Sindicatos Bancários filiados à Federação dos Empregados em Estabelecentos Bancários dos Estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) se reuniram na quinta-feira (11) com representantes do Banco Bradesco […]

Leia mais

Sindicatos filiados