Sindicato de Santos paralisa HSBC contra cárcere privado e interrogatório

28.08.2013

A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região paralisou a agência do HSBC/Centro de Santos, na rua João Pessoa, nesta terça-feira (27/08), por 24h. “Colocamos cartazes, carro de som e uma cadeia na frente da agência com diretoras dentro para denunciar este crime de cárcere privado para interrogatório contra as bancárias do HSBC”, […]

A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região paralisou a agência do HSBC/Centro de Santos, na rua João Pessoa, nesta terça-feira (27/08), por 24h. “Colocamos cartazes, carro de som e uma cadeia na frente da agência com diretoras dentro para denunciar este crime de cárcere privado para interrogatório contra as bancárias do HSBC”, afirma Ricardo Saraiva Big, presidente do Sindicato.

A atividade é em protesto conforme denúncias e o testemunho de uma diretora do Sindicato dos Bancários de Santos e Região de que duas funcionárias e um funcionário foram colocados em cárcere privado dentro de uma sala e no cofre do banco, enquanto eram aterrorizadas e interrogadas por funcionários do banco inglês, especialmente deslocados para fazer este tipo de serviço criminoso.

Além disso, os três funcionários (as) foram acusados de desviar dinheiro sem provas e demitidos por justa causa.

O departamento jurídico do Sindicato registrou boletim de ocorrência e irá tomar as medidas judiciais cabíveis contra o banco.

Funcionária explica o terror que passou dentro do cofre

Uma funcionária disse que foi colocada dentro do cofre enquanto um funcionário do banco que ela nunca viu passou a interrogá-la para que ela apontasse quem tinha realizado fraude dentro da agência ou mesmo que assumisse a culpa pelo que ela não tinha feito. “Fui salva, depois quase 25 minutos de terror, porque quando a porta do cofre abriu eletronicamente, para que retirassem dinheiro, e uma diretora do Sindicato dos Bancários acabava de chegar na unidade, me viu lá dentro presa”, diz a funcionária.

Outro funcionário foi trancado dentro de uma sala e passava pelo mesmo interrogatório quando diretores do Sindicato exigiram que abrissem as portas e terminassem com o cárcere. A terceira funcionária está em choque com depressão e não que sair de casa depois do que passou dentro do HSBC.

Fonte: Imprensa do Sindicato dos Bancários de Santos

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