Sindicato dos Bancários de Campinas faz campanha contra demissões e metas abusivas do Santander

06.07.2020

Banco nega demissões e metas abusivas  O Sindicato dos Bancários de Campinas lançou na última semana a campanha contra as demissões e metas abusivas no Santander. Frases de efeito foram utilizadas em diversos pontos da cidade em outdoors eletrônicos llocalizados em locais de maior visualizacao na cidade, entre eles, na Avenida Nortel Sul/Rua Carlos Stevenson, […]

Banco nega demissões e metas abusivas 

O Sindicato dos Bancários de Campinas lançou na última semana a campanha contra as demissões e metas abusivas no Santander. Frases de efeito foram utilizadas em diversos pontos da cidade em outdoors eletrônicos llocalizados em locais de maior visualizacao na cidade, entre eles, na Avenida Nortel Sul/Rua Carlos Stevenson, no Cambui; na Alameda dos Flamboyants (Gramado); na Avenida São José dos Campos/Avenida Baden Powell (Swiss Park); e na Avenida Doutor Heitor Penteado/Rua Vital Brasil (Lagoa do Taquaral). Entre as frases estão: “Santander, pare com as demissões”; “Chega de metas abusivas”.

COE Santander
Durante reunião realizada na última quarta-feira, 1, com a Comissão de Organização dos Empregados (COE), a diretora de Relações Sindicais do Santander, Fabiana Ribeiro, negou o descumprimento de compromisso assumido com os sindicatos, que estabelece garantia de emprego durante a pandemia do novo coronavírus. As demissões apontadas pelos sindicatos, segundo Fabiana Ribeiro, são “ajustes ocasionais decorrentes de performance”.

Durante reuniáo o Banco espanhol deixou claro que o tema ‘demissões’ não será mais discutido. Para a diretora do Sindicato, Patrícia Bassanin, “a postura do Santander é intolerável. Apesar de apresentar lucratividade no primeiro trimestre deste ano, aumento de 10,5% em relação ao mesmo período de 2019, totalizando ganho de R$ 3,9 bilhões, não cumpre compromisso assumido e nem o que escreve, num claro gesto de desrespeito aos funcionários”.

Metas
Com relação às metas, a diretora de Relações Sindicais afirmou que não são abusivas, em tempos de pandemia e ainda que o número de produtos a serem vendidos por funcionário foi reduzido e o programa “Motor de Vendas” elogiado pelos bancários. De acordo com o COE, no dia a dia, a cobrança intensiva por metas persiste e tem resultado em medo e adoecimento dos bancários. 

Reunião cancelada 
Uma nova rodada de discussões estavam previstas para sexta-feira, 3, mas foi cancelada. Entre as pautas a serem discutidas estavam o programa “Motor de Vendas” e a mudanças nas funções de Gerente Administrativo e Gerente de Relacionamento. Até o momento nao foi marcada nova reunião. 

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