Sindicatos aprovam acordo da Covid-19 com o BB

11.03.2021

Assembleias aconteceram online e presencial, nesta quarta-feira (09) Nesta quarta-feira (09), os 23 sindicatos filiados à Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul participaram das assembleias que deliberaram sobre a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19). As votações ocorreram de forma presencial e pela internet e […]

Assembleias aconteceram online e presencial, nesta quarta-feira (09)

Nesta quarta-feira (09), os 23 sindicatos filiados à Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul participaram das assembleias que deliberaram sobre a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19).

As votações ocorreram de forma presencial e pela internet e resultaram na aprovação do acordo com o Banco do Brasil.

O documento destaca questões como o não descomissionamento por desempenho enquanto perdurar a pandemia, o desconto de 10% no saldo de horas negativas e o aumento de prazo para compensação, que passa para 18 meses.

A renovação do acordo é uma demanda vinda dos funcionários que foi negociada pelo Comando Nacional dos Bancários com o Banco do Brasil.

O acordo anterior venceria no último dia de 2020, mas foi estendido por conta da uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o Estado de Pandemia. O Comando Nacional dos Bancários orientou para a aprovação do acordo. As assembleias ocorreram em todo o país e resultaram na aprovação por ampla maioria.

O próximo passo será a assinatura do acordo pelo banco e pelas entidades representativas dos funcionários.

Horas negativas
O Banco registra o número de 3.500 funcionários com horas a compensar. Destes, 2.600 têm mais de 200 horas a compensar, segundo informações passadas pelo banco.

Para o presidente da Feeb SP/MS, a renovação do acordo é mais uma conquista para o movimento e demonstra a importância das negociações.

“Mais uma vez o que vimos foi a importância da categoria nas decisões. Em momento crítico pelo qual passamos, toda redução de cortes no orçamento do funcionário é de grande valia. A cláusula que proíbe o descomissionamento por desempenho, põe fim ao acirramento na cobrança pelo cumprimento de metas e garante que não haverá perda de renda ao funcionário”, explica Boava.

 

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